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Lançamento do “Behind the truth” do The Cleaners no Studio SP!

É com imensa satisfação que a The Cleaners convida a todos para o show de lançamento do nosso primeiro álbum "Behind the truth" no Studio SP que fica na Rua Augusta.

O Show acontecerá dia 27/7 a partir das 22 horas e a entrada é franca..

Esperamos todos vocês por lá (:

Grande abraço,

Rodrigo!

Mais infos também no http://www.studiosp.org/at_20100727cs.php

Twiiter!

@rodrigoclean
@thecleaners

www.thecleanersband.wordpress.com
www.myspace.com/thecleanerstheband (em manutenção)

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O Sonso lança seu primeiro álbum no Studio SP

A espera foi muita, mas valeu cada minuto. A qualquer momento deve tocar o telefone aqui para dar a notícia de que a primeira prensagem do CD d'O Sonso chegou. Primeira porque temos certeza de que vamos precisar de mais uma em breve, de bom que está esse material.

Quem já viu a banda ao vivo sabe do que estou falando. E o bom é que com o cd Daniel Groove vai se sentir pronto para mostrar pela primeira vez ao vivo algumas das faixas que por hora estão somente no cd.

O show de lançamento vai ser no Studio SP, no dia 29 de junho. E até às 23h a entrada é gratuita!

Além d'O Sonso quem toca na mesma noite é Saulo Duarte e a Unidade, outro grande representante do Mais Massa.

Serviço:
Mais Massa com O Sonso e Saulo Duarte e a Unidade
Lançamento do cd "O Sonso"
Terça-feira, 29 de junho
Studio SP - Rua Augusta, 591
Entrada: Até 23h gratuita, após 23h R$20,00 ou R$10,00 com lista (www.studiosp.org/promolista.php)

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Malditas Ovelhas e Neguedmundo no Studio SP

Programa para essa terça-feira é pegar o Cedo e Sentado do Studio SP. Quem se apresenta é o Malditas Ovelhas e Neguedmundo.

Malditas Ovelhas - http://www.myspace.com/malditasovelhas

"Sugestivamente intitulado Malditas Ovelhas!, o quarteto vindo do interior de São Paulo prova que a música instrumental está longe de esgotar sua fonte inspiradora. Com um trabalho interessante, o grupo mescla rock progressivo com música brasileira percussiva e experimentalismos que beiram o nonsense. Núcleo de “antiespecialistas” artísticos que, entre outras coisas faz música, Eduardo Rodrigues, Yraê de Araújo, Bruno Almeida e Zé Guilherme, buscam “desterritorializar o manguebeat heróico” ao circular com o Malditas Ovelhas! pelo interior paulista fazendo, sobretudo, amizades." - Tribuna do Norte, Set/2009

Neguedmundo - http://www.myspace.com/neguedmundo

A música de Neguedmundo mescla uma linguagem popular digitalizada e enraizada na cultura de rua em forma de ritmo e poesia. Com uma proposta musical onde mistura as mais variadas vertentes da música negra, como: o rap, soul, dub, raggamufin, jazz com os ritmos Brasileiros como: o coco de embolada, baião, samba, com as batidas eletrônicas como o jungle, 2-step, Chill out e drum'n bass. Neguedmundo retrata não somente a cultura negra dos Afro-descendentes, assim como a dos nordestinos. Numa essência não só política em busca de uma realidade mais justa onde prevaleça à cidadania. Mas também. Uma mensagem de conscientização sobre temas como sexo e drogas embasados num discurso político sociocultural, através de uma mensagem consciente de paz, amor e união, junto a um novo conceito da música negra contemporânea.

Serviço:
Cedo e Sentado com Malditas Ovelhas e Neguedmundo
Terça, 22 de junho, 22h
Studio SP - Rua Augusta, 591
Entrada gratuita

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II DEBATE sobre o Mercado da Música, 31 de maio, no Studio SP

Precisamos aparecer. Um debate como esse é sempre necessário.

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Visitantes no Cedo e Sentado do Studio SP

Os eternos camaradas dos Visitantes vão botar os pés no palco do Studio SP depois de suas andanças pelo Nordeste do país. Voltam carregados de experiências e vontades, mostrando que São Paulo também é terra de bom rock, aquele com personalidade.

Ainda na divulgação de seu primeiro cd, "Na Brasa Fugaz da Cana Queimando", a trupe formada por Cardelli (vocais e guitarras), Dods (baixo), Sabão (guitarra)  e Thiaguim (bateria), faz versões mais intimistas dentro do projeto Cedo e Sentado, que acontece mais cedo no Studio. A apresentação ainda conta com a participação de Laya Lopes, vocalista d'O Jardim das Horas, que também lançaram cd esse ano.

E para quem quiser uma prévia, além do MySpace do grupo vocês podem conferir a participação deles no programa Fazendo Hora, amanhã (quarta, dia 10, às 16h), na Rádio Levi's.

Serviço:

Visitantes no Cedo e Sentado
Studio SP - Rua Augusta, 591
Dia 17/03, 21h
Entrada franca

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Não temos ressaca de carnaval: Vang-Beats, Romulo Fróes, O Sonso, Saulo Duarte e a Unidade, e Grito Rock ABC

Não é permitido ter ressaca de carnaval. É o que concluímos, se observamos todos os eventos que rolam em São Paulo e no ABC de quinta a domingo:

* Quinta-feira, dia 18 de fevereiro, Vanguart & convidados apresentam Beatles, com participações especiais de Júlio Nhanhá, Fábio Cardelli e os Visitantes e outras surpresas.

VANG BEATS no Studio SP
Rua Augusta, 591
18 de fevereiro
Entrada $25 / Lista $15
Porta 23h / Show 1h

* Também na quinta-feira, no CB Bar, Romulo Fróes convida Rodrigo Campos (cavaquinho e violão) ao palco. Guilherme Held (guitarra), Marcelo Cabral (baixo) e Pedro Ito (bateria) acompanham a dupla. Para mais informações e detalhes, clique aqui para entrar no site da Agência Alavanca.

Versão Brasileira no CB Bar
Show: Romulo Fróes (com participação de Rodrigo Campos)
Discotecagem: Bruno Morais
Quinta, 18 de fevereiro, a partir das 22h (show pontualmente à 0h)
Rua Brigadeiro Galvão, 871 – Barra Funda – São Paulo, SP
R$ 20 (porta) e R$ 15 (lista@cbbar.com.br)
(11) 3666-8971

Realização: CB Bar
Curadoria: Romulo Fróes e Agência Alavanca
Divulgação: Agência Alavanca
Arte: Rodrigo Sommer

* Na sexta-feira, dia 19, tem O Sonso e Saulo Duarte e a Unidade, no Centro Cultural Rio Verde.

Tolerância Máxima - 19 de fevereiro
Centro Cultural Rio Verde (www.centroculturalrioverde.com.br)
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena - São Paulo
Abertura da casa 21h
Sarau do Professor Mauro e convidados 22h
Shows de Saulo Duarte e a Unidade (www.myspace.com/sauloduarte)
O Sonso (www.myspace.com/osonso)
R$ 15 na porta - R$ 10 na lista: lista@identidademusical.com.br

* Finalmente, ao longo de todo o fim de semana, temos Grito Rock ABC.

Para entender a importância do evento, roubei o texto abaixo do blog http://gritorockabc2010.blogspot.com/

Nos dias 26, 27 e 28 de Fevereiro o Cidadão do Mundo apresenta sua terceira edição do GRITO ROCK ABC. E para manter a tradição, a cada ano uma novidade. Para 2010, haverá cobertura simultânea ao vivo entre RADIO CIDADÃO DO MUNDO (www.cidadaodomundo.org.br) e WEB RÁDIO FORA DO EIXO (www.foradoeixo.org.br). Serão três dias de programação apresentando todas as vertentes de rock and roll do Grande ABC e Cercânias.

Do peso dos conceituados AÇÃO DIRETA, ANDRALLS E NECROMANCIA à irreverencia do trash metal do SLUG BEEZIE, passando pelo Crust do experiente SOCIAL CHAOS e o do novo FACCION DE SANGRE, fazendo uma parada na suingueira do FUNGOS FUNK de Juiz de fora, MG, visitando o psychobilly do lendário KÃES VADIUS, do competente BAD LUCK GAMBLERS, OVOS PRESLEY até chegar nos experientes HELLSAKURA, DZK, COLERA E INOCENTES, nessa edição tem para todos os gostos.

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Vanguart volta aos palcos: uma análise de “Cachaça”

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Depois de três meses longe dos palcos, criando canções novas, o Vanguart faz show no Studio SP, nesta sexta-feira. É uma ótima notícia para o público, que pode encerrar o ano com um belíssimo espetáculo, num espaço maravilhoso; para a própria banda, que perceberá a falta que fez; e para a cena independente de São Paulo, que o Vanguart sempre acaba por agregar.

Aliás, sempre me perguntei sobre o sucesso que o Vanguart alcançou. É claro que as canções são boas. É claro que a banda tem um puta carisma no palco - quem já assistiu ao show dos caras sabe disso. Mas sempre achei, intimamente, que tinha de ter algo além de tudo isso. Sempre pensei na hipótese de que as canções do Vanguart carregam conteúdos bastante contemporâneos, que fazem o público hipnotizar-se com elas. Especialmente em "Cachaça".

Até onde vejo e ouço, o Vanguart transformou em canção muitas das crises modernas. Depois da entrada breve, apenas com violão, a canção acelera e desacelera, com picos de excitação e de angústia. No arranjo, as notas se alongam, acentuando a melancolia do timbre inconfundível de voz de Hélio Flanders. Ele alonga as vogais, acentuando a passionalização de "Cachaça". Lembrando: o termo "passionalização", cunhado pelo professor e compositor Luiz Tatit, refere-se a canções em que o prolongamento das vogais e a amplitude da tessitura fazem que sejam valorizados os motivos passionais, isto é, que dizem respeito às faltas experimentadas pelo eu que canta.

Aliás, "Cachaça", desde o título, pode ser entendida como a canção das faltas. Muitas vezes, bebemos para dar conta das faltas subjetivas que vivemos. Beber para esquecer, beber para afogar as mágoas: expressões que indicam que a bebida e as drogas em geral, imagino, lícitas ou ilícitas, como veremos adiante, podem servir para suprir faltas subjetivas com as quais não conseguimos lidar. E os primeiros versos, pelo conteúdo e pela forma, parecem confirmar tudo isso:

"E só me vem quando não há certeza
Me desconjuros pra apagar a beleza
Da incertidumbre das mesmas mãos que as suas
"

São três versos em torrente. Os dois últimos, em especial, têm de ser lidos como se fossem um só, mas essa leitura embaça a compreensão. No primeiro, "E só me vem quando não há certeza", não sabemos a quem ou a que se refere o eu que canta - percebemos apenas a nebulosa confusa da incerteza, que se repete, no terceiro verso, com "incertidumbre" - vocábulo da língua espanhola com o mesmo significado. Há no segundo verso o termo "desconjuros", que não é encontrado nos dicionários de português ou espanhol. Mas temos "conjurar" - e abrem-se aí significados interessantes. Além de "conspirar", o verbo também guarda significados referentes a feitiços e magia: "conjurar o feitiço" é desfazê-lo; desconjurá-lo, portanto, seria fazê-lo. "Conjurar demônios" é repeli-los; desconjurá-los, portanto, seria fazê-los aproximar-se, chamá-los.

A que conclusão chegar? Inicialmente, nenhuma - salvo a de que o eu que canta se vê tão imerso na incerteza (nos próprios demônios internos?), está tão perdido subjetivamente (confundido pelas mãos alheias?), que suas palavras são difusas e nelas confundem-se ele e o outro. Confundem-se também os idiomas - talvez efeito de um eu que está perdido espacialmente, entre duas ou mais culturas: exatamente o que acontece com os indivíduos e as identidades nacionais no mundo globalizado. O Vanguart talvez esteja, em uma estrofe de apenas três versos, mexendo intensamente em feridas bastante extensas, de amplitude global: no mundo em que vivemos, os limites objetivos e subjetivos são por demais difusos.

A segunda estrofe, menos enigmática que a primeira, com a mesma entoação vocal, dá algumas chaves de análise: "E me atinge da melhor maneira / Como cânhamo ou cachaça certeira / Pra antecipar a quarta-feira". Ainda não sabemos quem ou o que atinge o sujeito que canta, mas já sabemos que o efeito é similar ao da maconha (cañamo é, aliás, vocábulo de origem na língua espanhola) ou ao da cachaça. Isto é: aquele que atinge o eu que canta tem nele o efeito da droga - talvez seja ele próprio a droga. E se retomarmos o raciocínio inicial, podemos entender que o que falta ao eu que canta é exatamente aquilo que lhe causa tão forte impressão. A falta de outro é tão poderosa, que acaba por turvar os limites entre o eu e outro, porque, sem ele, o eu é incompleto. Poderíamos dizer que, sem o outro, o eu perde a identidade.

Talvez exatamente por isso, o eu queira "antecipar a quarta-feira". Antecipar alguma coisa é apressá-la: o eu está à procura deste outro misterioso. Talvez a quarta-feira seja o dia de encontrá-lo. Daí a busca nos versos seguintes, em que o andamento ganha aceleração, representando a procura: "Eu vou sair, / Talvez te encontrar / São cinco e meia da manhã / E cadê?". Hélio Flanders grita o último dos versos, sinalizando a falta completa do outro, a aflição por não tê-lo encontrado.

E segue nas estrofes seguintes o mistério sobre um outro que agora ganha forma mais clara, no pronome "você". Ele "sorri movendo quase nada / E antecipa a velha longa estrada / E os teus galhos vão me arborizando nu". Já vi muita gente ler esses versos da seguinte maneira: já que os "galhos" do outro "arborizam" o eu, pode-se concluir que esse "você" é o cânhamo do início do texto; "Cachaça" seria, assim, uma canção sobre os efeitos inebriantes das drogas, quaisquer que sejam - e a falta que eles fazem.

Não acho que seja uma análise equivocada, mesmo porque bons textos admitem mais de uma leitura. Até concordo com a hipótese de que, na estrofe anterior, o eu, de certo modo, esteja tomado de efeitos alucinógenos, afinal ele se "arboriza", numa imagem psicodélica o suficiente para sustentar essa leitura. Mas leio os versos seguintes:

"Ainda teimo que não sou pra isso
Mas seus olhos gostam de correr o risco
E quero estar só, comigo
"

Leio nesses versos a verdadeira falta do eu que canta: ele próprio. O eu "não é pra isso", quer estar consigo próprio, a despeito das seduções do "você": olhos que gostam de risco, sorriso "movendo quase nada", antecipação de caminhos já trilhados. Em poucas palavras, parece-me que a busca traçada em "Cachaça" é a procura de si próprio. Talvez o percurso escolhido para fazê-la sejam cachaças e cânhamos, de certa forma facilitadores do encontro do eu consigo próprio.

Lembremos, contudo, que, na última repetição do refrão, ouve-se "Eu vou sair, / Pra não te encontrar" e que depois de "São cinco e meia da manhã" não se ouve mais o "cadê?" aflito. Essas pequenas alterações talvez sugiram o círculo vicioso em que se vê enredado o eu: nas acelerações e desacelerações, motivadas por cachaças ou cânhamos, ilustradas no andamento da canção, o eu procura a si próprio, a esmo, testando limites subjetivos e objetivos. Mas essa busca, como um todo, é melancólica porque é cíclica - e talvez não chegue a lugar nenhum.

A aflição do eu que canta em "Cachaça", ilustrada sobretudo no prolongamento das vogais na entoação de Hélio Flanders, é mesma que todos nós experimentamos: as drogas - e todos terão as suas, da cachaça ao cânhamo, do chocolate em excesso às horas de academia, do trabalho excessivo às relações fúteis, dos seriados americanos ao pedantismo acadêmico - deveriam servir para colocar-nos em contato com nós mesmos, para completar a pior das nossas lacunas - nós mesmos. Mas vivemos um tempo tão vazio e melancólico, de fronteiras tão difusas e de subjetividades tão artificiais que, nus, sob a proteção dos galhos que nos arborizam, talvez vejamos apenas um vazio ou uma mancha disforme, de traços confusos - incertidumbre de mãos que não as nossas.

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Volver e Lulina: Encontro do novo pop pernambucano no Studio SP

Lulina_Volver_StudioSP

Programa imperdível de hoje à noite. Abaixo, transcrevo as informações:

A cantora Lulina e a banda Volver se encontram no Studio SP em uma noite tipicamente pernambucana. As duas atrações, que se mudaram do Recife para a capital paulista já há algum tempo, mostram no dia 18 de novembro os seus novos trabalhos. O local abre com discotecagem do DJ Rassif às 23h e os ingressos custam R$ 20 (na porta) e R$ 10 (na lista studiosp@studiosp.org).

Após anos compondo e gravando canções tipicamente caseiras, a cantora Lulina fez sua estreia oficial em CD neste ano com o disco "Cristalina", lançado pela YB!. Com letras e melodias aparentemente simples que falam de animais, filmes e recordações de família, a recifense Luciana Lins sabe dosar sarcasmo e sutileza na medida certa colecionando elogios da crítica e mais admiradores.

Desde que decidiu se mudar de vez para São Paulo no início deste ano, a Volver não tem mais parado quieta. O quarteto formado por Bruno Souto (voz / guitarra), Fernando barreto (baixo / voz), Zeca Viana (bateria / voz) e Kleber Crócia (guitarra / voz) lançou em 2008 o disco "Acima da Chuva", que inclui os hits "A Sorte" e "Dia Azul", que ganharam clipes bem inspirados em uma musicalidade power pop retrô e contemporânea.

Shows com Volver (PE) e Lulina (PE)

Data: Quarta - 18 de novembro
Horário: 23h (Abertura da casa) | 0h (Início dos shows)
Local: Studio SP - Rua Augusta, 591, Centro - São Paulo
Ingressos: R$ 20 (na porta) / R$ 10 (lista - envie e-mail para studiosp@studiosp.org para incluir o nome na lista)
Mais informações: (11) 3129-7040 | www.studiosp.org

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