Posts Taggeados com ‘Pratos/restaurantes’

VII Restaurant Week

A 7ª edição paulistana da RW começou nesta segunda-feira e segue até dia 12 de setembro. São mais de 200 restaurantes, bares e cafés que oferecem menus especiais, incluindo entrada, prato principal e sobremesa, por R$ 29, no almoço (subiu R$ 1,50!) e R$ 39, no jantar. Você também pode doar R$ 1 para a Fundação Ação Criança por refeição.

O evento segue os moldes de um que nasceu em Nova York e é a chance de conhecermos aqueles restaurantes mais caros que sempre tivemos vontade, mas pagando bem menos do que sairia normalmente. Vale a pena reservar por telefone para não ter que ficar esperando.

Em outras edições, conheci:

> Escolha onde ir: http://www.restaurantweek.com.br/


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VII Restaurant Week

A 7ª edição paulistana da RW começou nesta segunda-feira e segue até dia 12 de setembro. São mais de 200 restaurantes, bares e cafés que oferecem menus especiais, incluindo entrada, prato principal e sobremesa, por R$ 29, no almoço (subiu R$ 1,50!) e R$ 39, no jantar. Você também pode doar R$ 1 para a Fundação Ação Criança por refeição.

O evento segue os moldes de um que nasceu em Nova York e é a chance de conhecermos aqueles restaurantes mais caros que sempre tivemos vontade, mas pagando bem menos do que sairia normalmente. Vale a pena reservar por telefone para não ter que ficar esperando.

Em outras edições, conheci:

> Escolha onde ir: http://www.restaurantweek.com.br/


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Pizza de alface


Depois de me apresentar esfihas com as folhas verdes, São Carlos surpreendeu com a iguaria da Pizzaria Florença. Pode soar estranho, mas a pizza é na verdade uma mussarela, que, depois de assada, recebe uma cobertura extra de alface picado e temperado com um molho especial para salada e bacon frito em pedaços pequenos e sequinhos. Voilà. Podem acreditar, a combinação fica uma delícia.

E as inovações não param por aí. Além dos sabores tradicionais, o rodízio inclui pizzas de salmão, salame, mortadela, estrogonofe, pernil, picanha, carne seca com catupiry, mousse de limão, de maracujá… A versão com sorvete também merece destaque: massa coberta com chocolate e castanhas mais uma bola de sorvete de creme regada a cobertura de chocolate quente.

Nunca tinha ido a um rodízio com tantas opções de sabores – e parece que as novidades estão sempre pipocando. Acho que é por isso tudo que a casa vive cheia. E mais: o menu sai pela bagatela de R$ 15,90.

Serviço:
Pizzaria Florença
Rua Aquidaban, 734
Centro – São Carlos-SP

:. Agradecimentos especiais à Clau, minha “olheira” em terras são-carlenses.

(Foto: Ana Batista/stock.xchng)


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Vida nova

Como quem entra aqui sempre deve ter percebido, escrevi com um pouco menos de frequência essa semana. É que segunda passada comecei num trabalho novo, o que sempre gera um período de adaptação. É o novo caminho para chegar lá, novo computador, novos colegas, novas perspectivas.

É claro que também entra nessa listinha os novos restaurantes que a gente acaba conhecendo. Como meu destino foi a Vila Madalena – não na parte dos botecos –, por enquanto só conheci lugares onde se come muita (mas muita mesmo) salada. É restaurante vegetariano de todo tipo, buffet de saladas com filé de frango, quiche com cumbuca de saladinhas, enfim, uma overdose de comida saudável.

Mas não estou reclamando não, afinal, é gostoso e faz bem. O problema agora é tentar balancear os meus cardápios do jantar, pois chego em casa faminta. Também preciso descobrir algumas opções de lugares mais baratos, pois R$ 20 de almoço todos os dias não vai ser nada saudável pro meu bolso. Alguém aí tem alguma sugestão?

(Foto: Bob Smith/stock.xchng)


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Hard Rock Cafe

Vivendo e aprendendo: eu tinha certeza que a rede em questão era norte-americana, mas, pesquisando para este post, acabo de descobrir que isso é “meia verdade”. Ela foi fundada em 1971 pelos americanos Isaac Tigrett e Peter Mortonacabo, porém a primeira unidade foi aberta em Londres, na região de Picadilly.

Não sei muito sobre a comida servida, pois nunca fui a nenhum, mas os restaurantes são famosos mesmo pela decoração e shows com temática rock n’ roll. Também fazem sucesso os ítens de colecionador como as fotos de astros da música, autógrafos, discos de ouro, pôsteres de turnês, roupas e instrumentos musicais. A primeira peça foi doada logo em 71: uma guitarra autografada por Eric Clapton.

Hoje são mais de 140 unidades espalhadas por 36 países de todos os cantos do mundo, incluindo o Brasil, que tem filiais no Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Estranho São Paulo não ter uma. Nos anos 80 e 90, era moda colecionar camisetas com a logomarca Hard Rock Cafe, uma espécie de registro de quais países se conhecia. Os souvenirs ainda são ponto forte das casas.

> Visiste o site da rede e aqui

(Fotos: reproduzidas da internet. Para saber de onde vieram, clique sobre as imgs)


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O melhor de 2010 (by Folha)

É certo que listas e eleições de melhores lugares sempre geram discordâncias, mas tento encará-las não como a verdade absoluta, afinal são feitas (também) com a opinião pessoal, mas como mais um canal para conhecermos opções por aí.

Semana passada o Guia da Folha lançou seu “O melhor de São Paulo” de bares e restaurantes, com divisão entre os rankings de júri especializado e popular. As categorias passam do “Bom e barato” e “Para paquerar” a diversas culinárias específicas.

Aqui no Órfã, já apareceram o restaurante Paris 6, ganhador do “Madrugada a dentro”, e o Veloso, melhor bar nos quesitos “Caipirinha” e “Porção” (ah, a coxinha do Veloso!), ambos da votação do júri. Dentre os favoritos do público, o destaque foi o Bar Brahma, que levou as categorias “Melhor bar”, “Boteco chique”, “Chope”, “Happy hour” e “Música ao vivo”. Nossa!

> Para ver a lista completa, clique aqui

(Ilustração: Gabriella Fabbri/stock.xchng)


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A rua das cantinas



A rua Avanhandava toma apenas um quarteirão na região do Centro. Ela foi toda reformada pela iniciativa privada e ficou muito charmosa com seus cordões de luzes coloridas, fonte e paralelepípedos novos. No pequeno espaço, estão diversos restaurantes pertencentes ao Mancinis – a famosa cantina Famiglia Mancini, o Walter Mancini Ristorante, o piano bar Jeremias, uma pizzaria, um barzinho…

Desses, só conheço o Walter Mancini e a cantina. Fazia um bom tempo que não dava as caras por lá, mas, no final de semana, fomos para que uma amiga conhecesse a Famiglia Mancini e acabamos ficando na vontade; a casa está em reforma. Descobri agora no site que um cardápio especial com pratos de lá está sendo servido na pizzaria que fica logo no começo da rua. Voltaremos.

Plano B

Mas há uma boa opção de cantina ali também, que não pertence aos Mancini: o Gigetto. Há 70 anos no lugar, não é tão badalada e não se formam grandes filas de espera, porém a comida, que é o que importa, não deixa nada a desejar. O couvert é bem gostoso e inclui pão italiano, bruschetta, manteiga, antepasto de berinjela e sardela.

A maioria dos pratos dá para duas pessoas. Desta vez, pedi conchiglias recheadas com queijo “ao forno” (molho vermelho, linguiça e mussarela gratinada). O vinho da noite foi um argentino da Família Barberis (R$ 47) e completou o astral da mesa; boa comida, bons amigos e bom vinho: não tem como dar errado. A conta por cabeça saiu em torno de R$ 60.

Serviço:
Gigetto
Rua Avanhandava, 63
Bela Vista – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3256-9804/ 3256-6530

(Foto: reprodução do site da Famiglia Mancini)


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A rua das cantinas



A rua Avanhandava toma apenas um quarteirão na região do Centro. Ela foi toda reformada pela iniciativa privada e ficou muito charmosa com seus cordões de luzes coloridas, fonte e paralelepípedos novos. No pequeno espaço, estão diversos restaurantes pertencentes ao Mancinis – a famosa cantina Famiglia Mancini, o Walter Mancini Ristorante, o piano bar Jeremias, uma pizzaria, um barzinho…

Desses, só conheço o Walter Mancini e a cantina. Fazia um bom tempo que não dava as caras por lá, mas, no final de semana, fomos para que uma amiga conhecesse a Famiglia Mancini e acabamos ficando na vontade; a casa está em reforma. Descobri agora no site que um cardápio especial com pratos de lá está sendo servido na pizzaria que fica logo no começo da rua. Voltaremos.

Plano B

Mas há uma boa opção de cantina ali também, que não pertence aos Mancini: o Gigetto. Há 70 anos no lugar, não é tão badalada e não se formam grandes filas de espera, porém a comida, que é o que importa, não deixa nada a desejar. O couvert é bem gostoso e inclui pão italiano, bruschetta, manteiga, antepasto de berinjela e sardela.

A maioria dos pratos dá para duas pessoas. Desta vez, pedi conchiglias recheadas com queijo “ao forno” (molho vermelho, linguiça e mussarela gratinada). O vinho da noite foi um argentino da Família Barberis (R$ 47) e completou o astral da mesa; boa comida, bons amigos e bom vinho: não tem como dar errado. A conta por cabeça saiu em torno de R$ 60.

Serviço:
Gigetto
Rua Avanhandava, 63
Bela Vista – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3256-9804/ 3256-6530

(Foto: reprodução do site da Famiglia Mancini)


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Melhores hambúrgueres


Lanche do St Louis ganhou a medalha de ouro. Eu quero!

É difícil voltar à ativa depois da ducha de água fria que levamos dos holandeses, mas a vida continua. E hoje é sexta-feira, o final de semana oferece um mundo de possibilidades, podemos reencontrar os amigos para falar mal do Dunga, tomar uma cervejinha (Heineken não!) e fazer vista grossa pra dieta.

Por isso, acho que é o dia ideal para divulgar a lista dos “10 melhores hambúrgueres de São Paulo” feita pelo pessoal do blog “Em busca do Hambúrguer Perfeito”. Eles também listaram num ranking geral as 35 lanchonetes que avaliaram nesse um ano de existência. Não entraram as redes de fast food, nem restaurantes que servem hamburguer no prato.

Vou usar de guia com certeza. Confira a lista completa.

> Leia também a entrevista com os blogueiros aqui

(Foto: do Hambúrguer Perfeito)


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E o ano que vem?

Acho que os melhores aniversários que passei em São Paulo foram no Geni, inaugurado em novembro de 2005 na Bela Cintra. O primeiro foi logo no janeiro seguinte, quando iniciei a “parceria” com minha amiga Elaine. O casarão bem conservado era decorado no estilo bordel chique, com cores fortes, espelhos e cortinas de veludo vermelho.

Desde então, comemorei quatro aniversários lá e voltei para as festas de amigos (Van, Bry, Tatsa, Prix, Camila, Faiga, André…). Mas nunca tive o hábito de frequentar o lugar como balada. Geni para mim era sinônimo de “parabéns”. E isso porque a casa era perfeita para festinhas; podíamos reservar salas no andar de cima, onde o som da banda chegava mais ameno, com sofás e mesas no estilo “recebendo os amigos em casa”.

Em termos de comida, pedia sempre a mesma coisa: a porção Carioca de petiscos, que incluía caldinho de feijão, carne seca acebolada, bolinho de bacalhau, mandioca frita e pastelzinho. Dava para dois.

Infelizmente, esse post não é uma resenha sobre o local e sim uma despedida. No sábado, me surpreendi com a notícia de que o casarão fora demolido para dar lugar a um prédio comercial. Notícias de destruição de patrimônios históricos sempre me chateiam, mas essa por um motivo a mais.

> O site era http://www.geniclub.com.br/


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