Saldo da Virada
E não é que no fim das contas, zanzando entre um palco e outro na Virada Cultural, encontrei sem querer a barraca do Pastel da Maria? Foi bem no meião da madrugada, quando a fome começava a bater. Provei os de frango com catupiry e de pizza.
É mesmo o melhor pastel de feira de São Paulo? Provavelmente não é o melhor que já comi, mas estava muito bom. Sem contar que pretendo experimentá-lo mais uma vez, num dia menos movimentado. Afinal, a barraca deve ter vendido alguns milhares de pastéis, já que nos 10 minutos que ficamos ali saíram uns 50 brincando. Outro ponto positivo foi que o preço original foi mantido: R$ 2,50 a unidade.
Também vale registrar que a Virada deste ano estava muito melhor preparada no quesito comida, pois, além de muito mais estabelecimentos estarem abertos, a prefeitura ainda lberou a presença de inúmeras barraquinhas de pastel, salgados, sanduíches, doces, garapa, entre outros.
Música e arte
Falando do que realmente o evento trata, adorei a Virada desse ano. Vi o show da banda que tocou com a Janis Joplin no palco do Rock, o americano Booker T. na São João e o Living Colour na estação Júlio Prestes, que fica ainda mais linda à noite. Sem contar os insetos gigantes que vagavam pelo Vale do Anhangabaú, um pouco de Hermeto Paschoal, uma apresentação de dança inspirada no Joy Division na Luz, as projeções no Pátio do Colégio e na Sé e malabaristas performáticos em todo canto que a gente olhava. E, é claro, passear pelo centro da cidade à noite não tem preço. Valeu muito a pena!


Em sentido horário: estação Júlio Prestes; Pátio do Colégio; insetos gigantes e shopping Light.
(Fotos: Paula R. + Rafael M.B.)

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