Posts Taggeados com ‘cerveja’

Proteja sua cerveja

Quando eu era pequena, não tínhamos o hábito de tomar refrigerante e uma Coca-Cola de 1 litro servia a família toda. As garrafas eram de vidro e, muitas vezes, não terminávamos com a bebida e era preciso fechá-las com umas tampas especiais que faziam pressão. Com o passar do tempo, as mudanças no consumo e as garrafas de PET, com tampas de rosquear, esse tipo de acessório sumiu do mercado.

Mas hoje vi no Blue Bus que estão sendo lançadas umas tampas de silicone para garrafas de cerveja, as Beer Savers. A ideia é manter a cerveja fresca por mais tempo depois de aberta e, em caso de long necks, marcar qual é a sua garrafa, pois o kit vem com modelos em cores diferentes. Seis unidades saem por US$ 8.

> Conheça as 10 vantagens do produto: http://www.beersavers.com/about/

(Fotos: divulgação)


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Desnecessário

Quando a cervejaria escocesa BrewDog entrou na briga pelo título de cerveja com maior teor alcoólico com a sua Sink the Bismarck (41%) até achei divertido, mas agora acho que a empresa passou dos limites. Seu novo lançamento, com 55% de álcool, também almeja o título de cerveja mais cara do mundo.

Cada unidade da The End of History custa a partir de 500 libras, o que equivale a R$ 1.300. Mas o pior de tudo é o mau gosto: as garrafas vêm acondicionadas dentro de animais empalhados, como lebres e esquilos. Sem palavras.

> Mais aqui e aqui

(Foto: BBC reproduzida do G1)


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Tirando a poeira

Quando tinha 13 anos, decidi começar uma coleção de latinhas. Me dediquei a esse hobby por muito tempo, procurando novidades no supermercado, pedindo para minha tia trazer algumas das viagens ao exterior, e consegui reunir centenas delas. Isso durou alguns anos, até que passei na faculdade, me mudei para outra cidade e a coleção ficou lá na casa dos meus pais. Ainda está.

Hoje ela está a cada dia com mais poeira, mas não consigo me desfazer – sempre me prometo que vou achar um cantinho pra tudo aquilo no meu apê em São Paulo. Dia desses estava dando uma boa olhada na seção de cervejas e encontrei alguns modelos interessantes das Copas de 94 e 98. Pena que não juntei das outras para poder fazer uma linha do tempo…

Me animei a limpar (pelo menos) uma prateleira e as fotografei para colocar aqui no Órfã. Veja se lembra de alguma. Agradecimentos especiais à Fer, minha irmã que segurou o fundo infinito para as fotos, e minha mãe que cuidou da luz indireta. Não é fácil fotografar latinhas, viu?

Copa do Mundo 94 - O ano em que ganhamos o Tetra


Copa do Mundo 98 - Quando a França jogou areia no Penta

Achei também uns refrigerantes…

Em 98, a Pepsi lançou latinhas com breves perfis dos craques da seleção. Já a Coca investiu em perguntas sobre a Copa para testar os conhecimentos dos consumidores.

(Fotos: Paula R.)


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Esquina do Fuad

O site do bar é terrível, mas acho que ele não precisa de propaganda; quem frequenta a região do metrô Santa Cecília com certeza já deu deu uma passadinha por lá. A casa está no mesmo endereço há 40 anos e virou ponto de encontro de todo quanto é tipo de gente.

O lugar é simples, tem mesas na calçada e área para fumantes. Seu forte são as carnes, principalmente as picanhas na chapa, que acompanham pão e vinagrete. Destaque também para as porções de bolinho de arroz, bem temperadinho, e de mandioca frita, que derrete na boca. O atendimento também costuma ser bem simpático.

O único ponto negativo é o de sempre: cerveja cara. Apesar da vantagem de ter garrafa de 600 ml, uma Brahma sai por R$ 5,50 e a Heineken por R$ 6 por exemplo.

Serviço:
Esquina Grill do Fuad
Rua Martim Francisco, 244
Santa Cecília – São Paulo – SP
Tel.: (11) 3666-4493
Só não abre para almoço às segundas.
http://www.esquinagrill.com.br/

(Foto: do site da Rider)


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Aventuras gastronômicas nº27

Baby beef e cerveja – Buenos Aires (ARG) – Camila e Sérgio (2010)

“Essa foto foi em um restaurante em Puerto Madero, chamado Las Lilas. Comemos um baby beef de 800 g, que eu e o Sérgio dividimos. O restaurante era excelente.”

“Já essas foram tirados num pub/cervejaria na Recoleta, que só trabalha com a cerveja artesanal produzida por eles. Você pede uma degustação e vêm seis tipos de cerveja diferentes. É bem bacana o esquema. Junto, vem um papel com a explicação de cada uma.”

> Para participar, envie um e-mail para orfadaofelia@yahoo.com.br


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Pra bater a cabeça

O Sepultura – banda brasileira de metal mais famosa no exterior – completou 25 anos em 2009 e, como parte das comemorações, está lançando sua própria cerveja. Produzida pela Fábrica do Chopp, uma microcervejaria de São Paulo, a cerveja é Weiss (de trigo), e está sendo vendida num kit especial com duas garrafas, um copo e bolachas personalizadas (R$ 60) – só a garrafa sairia R$ 18.

Por muito tempo, achei que as weissbier tinham gosto de pão e não me animava muito, mas, recentemente, descobri que meu problema mesmo era a Bohemia Weiss. Portanto, pretendo provar essa aprovada pelo Sepultura e, quando o fizer, volto aqui.

Onde comprar
Até o momento, os pontos de venda são principalmente pubs: Melograno, Kia Ora, O´Malleys, All Black, Rhino Pub, Fã Clube Sepultura (Galeria do Rock), Retro Pub, Privileggio (Shop. Parque D. Pedro), Metal Mania, Fábrica do Chopp, D´Nices Café, Sal Gastronomia e Grainnes.

> Mais informações, no site da banda

Outros posts rock n’roll:
> Lançamento do livro “Hellbent for Cooking”
> Receita do drink do Lemmy

(Foto: Paulo Villar/M31)


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Frevo (Guia da Cerveja Vagabunda)


Diretamente de Recife, a cerveja Frevo tem gosto de sarampo líquido (e ela nem é tão líquida assim) misturado com hemodiálise. A cada três goles, uma lágrima escorre do olho esquerdo. A essa altura, o direito já está cego. Nem para Tubarão que quiser harmonizar um suculento surfista com algo líquido é recomendada. Indico até Krill no lugar.

  • Sacrifício etílico feito por Sérgio Vinícius
  • O #guiadacervejavagabunda é um serviço de utilidade pública. Vamos colocar nos trending topics do Twitter

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    Cerveja Guinness (Chorume irlandês)


    Não sei quem inventou que irlandês sabe fazer cerveja. Brasileiro adora pagar pau pra gringo, por isso fica babando ovo para essa tal de Guinness e gasta a maior grana no St. Patrick's Day, para tomar uma cerveja amarga feito jurubeba e que tem uma espuma horrível. Cerveja preta para mim é a boa e velha Caracu, que, tomada com um ovo cru, dizem que garante "ânimo" pra semana toda.

  • RESENHADO PELA PAULA, QUE É ÓRFÃ DA OFÉLIA
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    Baden Baden Red Ale (cerveja)


    Mais forte do que deveria, a Baden Baden "vermelha" traz mais gosto de alcóol do que é de bom tom para uma cerveja. Faz lembrar até temível e tóxica Amsterdam Maximator. O sabor da cerveja também é meio adocicado. Enfim... parece com um monte de coisa, menos com cerveja (inclusive no preço). Se for para tomar uma cerveja bronzeada, não arrisque, fique mesmo com a Newcastle.

  • Paguei R$ 20 na garrafinha.
  • Por esse preço, é mais fanfarronice pedir uma Cerveja com Rapadura
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    Rose Velt (opinião 2 do bar estaile)


    Ali Perto da Augusta, na praça Roosevelt, tem um teatro e uns bares também, o que leva esses lugares a serem bem "artísticos". Rose Velt é um bar com uma decoração interessante. Nas paredes ve-se o padrão de calçada de Sampa, até com bueiros e buracos. Tem cerveja a 6 reais e poucas opções de petiscos, mas não paga pra entrar. Boa opção para comemorações e pra quem gosta de dreads; todos os garçons tinham!

  • O lanche que eu vi parecia comida de dieta, um toast com queijo branco e tomate seco, mas parecia bom, até
  • A foto é a mesma da última resenha
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