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AdianteSegunda, 4 de Agosto de 2008Diante de ti desfaleço todas as máscaras. Assumo a saudade como vigia no alpendre.
Diante de ti amplifico meus sonhos. Sonoros e eletrizantes.
Diante de ti esqueço o certo e errado. E não procuro respostas.
Por ser apenas a noite. Pode ser um devaneio perdido na esquina.
Não tenho medo da noite. E muito menos de caminhar sozinha.
Sinto a brisa fresca. Eu sei do seu apreço.
Também sei do seu medo. Do corajoso semblante que me abre com um sorriso.
Enleiam-me, todos os desejos latentes. Ao seu breve toque.
Só pra te ver de soslaio. Às vezes pareço gostar da dor.
Sigo adiante. E esse breve instante é um presente que ganhei.
em prosa e verso por
Mariana Menezes | [n] comentários
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