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Com Júlio Batista e Conezinho Gaúcho não vai darQuinta, 11 de Setembro de 2008Acabo de ver Brasil e Bolívia. Perdi uns 120 minutos da minha vida - os 90 do jogo e mais uns 30 por ter fumado três cigarros durante a pelada. Em meio a esse mar de nada, de dois ou três chutes a gol (2 da Bolívia, 1 do Brasil), conclui que não iremos muito longe (sim, vamos à Copa, mas daquele jeito) devido a dois homens-chave na seleção: Ronaldinho Gaúcho e Julio Bastista. O Gaúcho está lento, gordo, mal consegue bater na bola. A bunda dele só é menor que os dentes. Se ele recuperou a "alegria de jogar", que o Galvão tanto tenta enfiar goela abaixo de todo mundo, ninguém sabe. Mesmo porque, pela Seleção, ele nunca jogou nada. Talvez uns 10 minutos naquele Brasil x Inglaterra de 2002 e uns 45 minutos naquele Jogo da Paz, contra o Haiti. Se ele é a nossa esperança, fodeu. Quando ele era bom, não jogou bem pelo Brasil. Agora que tá na lama é que não vai resolver mesmo. Mas a CBF manda escalar, a Globo endossa e é o que temos. Já o J. Batista, até minha vó sabe, não tem cabimento vestir a camisa amarela. Menos cabimento ainda tem ele vestir e ser o melhor jogador em campo. Pior ainda é pensar que ele é o melhor jogador em campo sempre que entra, desde que começou a Era Dunga como "técnico-volante" da Seleção. Quando J. Batista é o melhor e o Gaúcho o pior de um time, que no caso é a Seleção Brasileira, é sinal de que vai começar a chover Kombi em Osasco e, sim, o final do mundo começou. Não entrarei no mérito de jogadores como Josué, Lucas, Elano e Diego vestirem a camisa da Seleção, mesmo porque até Mozart, Zico, Leomar e Dedé já a vestiram e é tudo do mesmo nível. Preparem os capacetes, as Kombis estão chegando. Graças a Deus, por Osasco.
psicografado por
Sérgio Vinícius | 6 comentários
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