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Um macaco e um monte de amigosSábado, 16 de Setembro de 2006* Texto publicado originalmente na seção Pacientes terminais Eu fiquei muito tempo afastado dos editores e de alguns colunistas dessa pocilga e por isso só vim conhecer o Morfina depois de algum tempo. Vale lembrar que muitas dessas pessoas me agüentaram por 4 anos de faculdade, o que pode livra-los de alguns crimes perante a justiça.Na primeira vez que eu acesse o Morfina, me deparei com aquela tirinha logo no topo do site. Eu li, achei engraçada e fui ler o restante dos textos. Na outra semana, eu repeti o processo e vi os mesmo quadrinhos, apenas com os textos dos balões mudados. Nesse momento eu percebi que eles não mudaram muito na minha ausência. Parecia que estava uma coisa ligada a outra, eu lia o site, sempre começando pelas histórias do Símio do Barulho (parece Sessão da Tarde) e passando pelos textos desses amigos que eu abandonei e buscava recobrar essa amizade. Para minha surpresa, as duas coisas começaram a acontecer. Eu não consigo mais ficar um dia sem pelo menos entrar no Morfina e ler o King Kong brasileiro e os meus amigos me aceitaram de volta ao seu convívio como se nada tivesse acontecido. Para selar tudo isso, eu pedi para escrever no site. Pedi não, implorei. Mas era o mínimo que eu poderia fazer. E eles arrumaram um espaço para mim, primeiro como convidado, depois, cobrindo o Costela em sua viagem (ui ui) e finalmente como colunista fixo. Se bem que meu sonho mesmo é preencher aqueles balõezinhos das peripécias do primo da Chita. Esse texto é em homenagem a meus amigos citados no texto acima, Costela, PC, Bucha, Porção, Rogéria, Jeff, Scot, Vini, Renata, Fábio e todos que os cercam e eu possa ter esquecido, mas é bem difícil lembrar e digitar com lágrimas nos olhos. Grazzie.
nós fomos na fazendo visitar o bucuru com o
Denner Gomes | sigam-me os bons
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