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Piada ruim-boa e piada ruim-ruim

Quarta, 2 de Fevereiro de 2005

* Texto publicado originalmente na seção Pacientes terminais

O tipo de piada ruim que eu gosto é a piada ruim que é boa. Essas piadas não deixam de ser ruins, ou até péssimas. E mesmo assim são boas, ou até ótimas. Vejamos se o que é ruim não pode ser bom:

Chapolin: “Sim, estou vendo!... É uma coisa peluda...”
Florinda: “Minha mãe!!”
Chapolin: “É muito peluda a sua mãe?”
Florinda: “Minha mãe é uma exclamação!”
Carlos: “Ué! Ela não era costureira?!”

Isso fica no limite entre o que é muito ruim e o que é sensacional –a segunda opção é válida para o caso, em minha opinião.

Obviamente, o tipo de piada ruim que eu não gosto é a piada ruim que é ruim. Essas, que são ruins sempre (ou quase, porque às vezes são ótimas), são aquelas daqueles livrinhos ou da última página da playboy.  Exemplo:

Dizem que o Santos vai lançar uma nova raspadinha: Se você raspar e aparecer uma uma faixa escrito "campeão", você pode ir à padaria mais próxima e trocar por um sonho.

Bom, esse não foi o melhor dos exemplos. A piada fala uma grande verdade. Vou rir suavemente.



Mentex e Costela | 1 comentário