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Sintonia FinaSexta, 4 de Abril de 2008* Texto publicado originalmente na seção Coluna do Autor E tudo o que a gente viveu.O que a gente construiu. Como quando a gente se uniu. E tudo se abriu. A borboleta que invade a sala. Sabemos da dor de uma saudade. Nos quadros, as vitórias. Eu te amo através do espelho. Depois de um beijo, vejo suas lágrimas. Penso em como confortá-las. Pudera eu, rever nosso filme. Quem sabe ao sol de uma tarde de domingo. Seria bom e colorido. Agora, ouço apenas soluços de emoção. Esforço para libertá-las, quem sabe sinta o sabor. Me afago nos seus braços, calor. E esqueço a dor. Há rumores de um novo dia. De soslaio almejamos a paz. Estamos distantes, agarrados a uma ilusão. Contemplo o brilho dos seus sonhos. Seu sorriso, minha paz. Calmaria.
em prosa e verso por
Mariana Menezes | Comentários
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