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Ódio eterno ao futebol moderno
Ódio eterno ao futebol moderno
Terça, 23 de Setembro de 2008
* Texto publicado originalmente na seção Coluna do Autor
Sei que é coisa de velho, mas estou tremendamente irritado com o futebol de hoje em dia. Não, nada a ver com o Corinthians na segunda divisão, mas com a maletice monstro de alguns jogadores de futebol.
Vou listar algumas coisas aqui que me fazem declarar ódio ao futebol moderno.
1) Muleques que se acham os maiores do mundo.
Não dá para admitir um cara como o Pato ter esse nome que ele tem. O que ele ganhou? O que ele fez de útil (tirando destruir a porcada em 06). Esse endeuzamento de qualquer bostinha é muito zuado. E o que é pior, basta fazer um gol no Tronso da Noruega que todo mundo começa a babar ovo de novo.
2) Pouco valor dos nossos times
Hoje o CSKA, Dínamo de Kiev, Al Alih, Hertha Berlin, Fernebahce, Catania, Fulham, Celta de Vigo, são muito mais importantes que Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Flamengo, Vasco, etc... Não adianta, quando um jogador pensar em clube, vai dar mais valor a esses citados acima em nome do “profissionalismo”, não importando que esses são times grandes do chamado “Maior futebol do mundo”.
3) Monte de empresário Filho da Puta
É um que empresta dinheiro para diretoria corrupta trazer seus próprios jogadores, outro que faz a cabeça do muleque para fazer corpo mole e ser vendido, etc. Nada contra o empresário, desde que ele seja honesto e não pense que agenciar um jogador é fazer dessa promessa um poço de arrogância.
4) Profissionalismo exagerado
Hoje isso é a principal desculpa para um jogador que está cagando e andando para o clube e a torcida que está jogando.
Surgiu uma proposta para jogar na segunda divisão da Austrália?? Eu vou porque sou profissional. Voltar para jogar no maior rival? Claro, sou profissional. Opa, tão te chamando para jogar no 7 de Setembro do bairro Nova Gerty... Apesar de voltar para o Brasil á um mês, eu vou porque sou profissional.
Profissional de cu é rola.
5) Comemoração mala na hora do gol
Nada me irrita mais que o merda do Robinho fazer um gol e sair chupando o dedo. Ou o Pato fazendo coraçãozinho para a namorada, mesmo todo mundo sabendo que ele deve fazer a banca nos inferninhos de Milão. Isso sem contar a cara de “Eu sou demais” que eles fazem.
Saudades do tempo que o Neto deixava metade do joelho na grama, que o César Maluco pulava no alambrado para comemorar o gol. Nada contra homenagear o filho ou a corn, digo, namorada. Mas toda hora é coisa de imbecil.
E tudo isso acontece porque todos envolvidos com o futebol esqueceram da única parte que realmente importa nisso tudo, nós torcedores.
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