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Família estranhaSábado, 6 de Outubro de 2007* Texto publicado originalmente na seção Coluna do Autor Minha família tem os maiores punks involuntários que eu conheci. Porque eu digo isso? Porque eles são os maiores desajustados sociais involuntários que eu conheci.Um exemplo é meu Tio Zé Cachimbo, irmão da minha mãe. Depois de aposentar ele entregou a Deus todas as convenções e cuidados da sociedade e só aprontava bobagens. Uma delas foi de corar a família toda e de divertir outros. Um neto dele faleceu de acidente automobilístico e, no meio do velório ele parou do lado do caixão e disse “É meu neto, você não come mais ninguém”. Os outros 5 minutos foram reservados para afasta-lo do convívio social e eu aproveitei esse tempo para rolar de rir longe do resto da família. Tinha outro tio que não era muito certo também. O tio Bertão entrou uma vez na casa de um cara para pegar laranja no interior e foi pego em flagrante. Após ouvir do dono um para aí ladrão e ele não titubeou “Ladrão é você”, respondeu pulando o muro da casa. A jovem guarda também não tem muito amor pela própria imagem. Rafael, Paçoca, Alex... Todos eles são aprontões de primeira, do naipe que eu sempre que saio com eles me preocupo apenas em ver as atuações deles que é diversão garantida. O Paçoca dançando é uma das cenas que todas as pessoas do mundo deveriam ver.
nós fomos na fazendo visitar o bucuru com o
Denner Gomes | Um comentário
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