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Cerveja é pra vagabundo

Terça, 16 de Outubro de 2007

* Texto publicado originalmente na seção Coluna do Autor

 Poucas coisas na vida podem ser melhores do que uma boa cerveja. Existem marcas para todos os gostos: claras, escuras, de trigo, do tipo Ale e até mesmo com gosto de presunto parma..... Mas uma coisa difícil de entender é uma nova mania que surge no Brasil: a cervejas caseiras. Realmente não consigo entender muito bem qual é o propósito disso. Beber cerveja, para mim, é para relaxar. Sentar em uma mesa de bar, pedir ao garçom uma bem gelada e ficar só falando besteira, sem ter o menor trabalho com nada.
Já o cara que resolve fazer sua própria cerveja leva esse conceito totalmente ao oposto. A produção de cerveja caseira leva cerca de oito horas de trabalho duro e o bebedor ainda precisa esperar um mês para poder apreciar sua cria. Mas, porra, quando quero tomar uma, quero é beber logo. Imagina ter de ficar um longo mês esperando para molhar a garganta. Com certeza iria entrar em uma crise de abstinência.
Tem certas coisas na vida que são realmente desnecessárias. E fazer sua própria cerveja é uma delas. Se o cara está cansado de tomar as mesmas marcas todo dia, basta ir um dos tantos bares que existem em qualquer lugar do mundo e que vendem cervejas de vários lugares do planeta e escolher a sua. Ou melhor, pode beber várias marcas em uma só noite. Não sei se eu é que sou muito preguiçoso ou se esses novos cervejeiros é que não têm nada pra fazer na vida. De qualquer forma, a conclusão que chego é que cerveja é coisa de vagabundo mesmo.
Para descobrir um pouco mais sobre as tantas marcas de cerveja que existem no mundo, descobri esse site aqui. As minhas preferidas são:
Houfbrau
Warsteiner
Augustiner
Heineken (mas o chopp servido no museu da Heineken de Amsterdã)
E a sua?    

Entre um trago e um gole Vini Casagrande | 5 beberrões