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O lado B do jazzTerça, 22 de Julho de 2008Conforme prometido para mim mesma, hoje não vou falar de comida. O tema escolhido é a música – claro que regada a bebidinhas e comidinhas – e o bar em questão: o Bar B. Localizado numa travessa do Minhocão e próximo às praças Roosevelt e da República, é mais uma daquelas propostas de revitalização do Centro Velho de São Paulo que eu sempre torço para darem certo. O Bar B não tem letreiros e, se a banda não estiver tocando, você pode passar por ele sem notar. Dentro, as paredes são pintadas em tons de roxo-prata-preto e o ambiente decorado com painéis e acessórios “alternativex”, mas legais. Destaque para o banheiro unissex com dècoupage. Com a proposta de ser um novo reduto da boemia, a casa aposta na boa música ao vivo. O estilo que predomina é o jazz e suas mais diferentes roupagens, com mistura de estilos e influências. Nas vezes que apareci por lá, a banda era muito boa, portanto, ou eu sou muito sortuda ou os caras mandam bem nas escolhas. O espaço não é grande e tem um ambiente só, com mesas compridas. Está sempre cheio, mas não naquele nível insuportável, e dá para fazer reserva. Para o bolso Os preços das cervejas estão na média da cidade, mas com a vantagem de serem servidas em garrafas de 600 ml. As porções são boas, porém pequenas, mas os lanches são de bom tamanho. Recomendo o “Álvaro”, que leva mortadela e manjericão no pão ciabata. Dá pra matar a fome no meio da noite. Serviço: Correção: devidamente alertada pelo pessoal do próprio bar, registro que o nome do lanche na verdade é "Araújo" e não "Álvaro". Ele é oferecido no pão italiano, mas pedi o meu com ciabata. Fica a gosto do freguês.
datilografado por:
Paula R. | revisado por 4
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