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Macarrão da ConchettaTerça, 28 de Outubro de 2008
Logo na entrada da agradável Trattoria da Conchetta, um senhor simpático oferece uma porção de almôndegas aos clientes que aguardam por uma mesa, ao mesmo tempo em que entrega uma senha a quem chega. E a espera de 15 a 30 minutos, para saborear um farto almoço de domingo, compensa. Ao adentrar na cantina, todos são convidados a dar uma ou mais badaladas no sino que fica junto à porta. Se você der uma badalada, anuncia que está à procura de um amor. Duas, significa que está em busca de novas oportunidades no mercado de trabalho; três, o pedido de muita saúde para você e sua família e; quatro, a vontade de ganhar bastante dinheiro. Sempre tem os mais desesperados que tocam o sino dez vezes, para que os quatro desejos sejam realizados, simultaneamente. Apesar de nunca ter ido à Itália, quando vou à Trattoria, tenho a sensação de estar no sul do país, onde as pessoas são espalhafatosas e muito alegres. Mais agradável ainda o ambiente fica quando é servido o rodízio de massas. Tem pra todos os gostos: conchillione recheado com presunto e queijo, ravióli ao sugo, espaguete ao alho e óleo, talharim ao molho branco, lasanha à bolonhesa, nhoque frito, além do saboroso frango a passarinho, da crocante polenta frita e do buffet de saladas. O som ao vivo fica a cargo de um velho amigo do dono da casa que traz, no repertório, clássicos como Funiculi Funiculá, O Sole Mio e muita tarantela. Além de tudo isso, o preço é bem honesto. Em média, se gasta de R$ 30 a 40 por pessoa, incluindo a bebida. Vou nessa, porque este papo me deu fome.
Trattoria da Conchetta
pausa para o café preparado por
Camila Pratti | 2 pessoas já provaram meu café
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