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De lamber os beiços

Quarta, 30 de Julho de 2008

Nunca fui muito de doces. Trocava qualquer sobremesa por uma coxinha, um risole, um cachorro quente.
Isso durou uns bons 15 anos da minha vida, até que, infelizmente, e como um passe de mágica, meu paladar mudou. Passei a ter loucura por chocolate, que entre doces nem era meu favorito.

Não chego a ser chocólatra. Ainda troco um bombom por uma colher cheia de doce de leite, ou um belo quindim – que para mim ainda é um dos melhores doces já inventados. Cocada também cai bem.
Mas chocolate tem um poder inigualável de apaziguar mentes atormentadas, dar alento a seres solitários e colo a corpos cansados. E comigo não é diferente.

Meu bombom favorito é o Sonho de Valsa.
Também adoro Snickers, Twix, Charge, Chokito. Qualquer um deles me faz muito feliz na hora do sufoco.
Agora, justiça seja feita. Não há no mundo chocolate melhor que o belga.
Mas não vale dizer que é belga no nome, e a produção ser tabajara. Francês não é belga, também, como o Poirot de Agatha Christie não é francês.

O chocolate belga de verdade tem um sabor inconfundível, derrete na boca como nenhum outro, e é viciante.
Aqui em São Paulo, o bom belga você encontra na Neuhaus. Cada micro-chocolatinho custa uma fortuna, mas vale a pena. São cremosos até na foto!
É até uma estratégia interessante para não exagerar e ganhar quilos a mais: saborear, comer lentamente cada pedaço, e não precisar comprar outro por meses.
Isso se você resistir...



devaneio de: Sil Curiati | 6! E o cordão dos puxa-saco cada vez aumenta mais!


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De lamber os beiços

Sexta, 2 de Janeiro de 2009

Em clima de início de ano, quando se renovam as esperanças e é feito o tradicional “balanço anual”, também devemos reservar um tempo para agradecer. Por isso, começo 2009 agradecendo ao inventor da tequila, ao cara que descobriu como conservar o gelo, ao que criou o açúcar e, principalmente, àquele que resolveu misturar tudo isso com frutas vermelhas.

Bendito seja o criador da Marguerita Frozen do El Kabong! Sim, o drink é caro (R$ 16), mas vale cada gota da taça de Martini onde é servido. O segredo é a consistência do gelo e a uniformidade da mistura, que transforma a velha “raspadinha” numa experiência divina.

No mexicano El Kabong, também há a versão tradicional feita com limão e com a boca do copo empanada no sal. Para as interessadas, às quartas-feiras o bar-restaurante presenteia as moçoilas presentes com duas amostras grátis. Basta provar e escolher sua versão preferida!

Resolução de Ano Novo: torcer para alguém inventar uma máquina portátil de frozen (e a um preço acessível, é claro).

Serviço
El Kabong
Rua Mateus Grou (esq. Rua dos Pinheiros), 15
São Paulo-SP
Tel.: (11) 3064-9354



datilografado por: Paula R. | revisado por 3