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Amiga do Picuí

Terça, 18 de Novembro de 2008


 

Picuí é uma cidadezinha na Paraíba, que se orgulha da qualidade de sua carne de sol. Mas, para conferir o quitute, não é preciso pegar o avião. Em São Paulo, o restaurante Amigos do Picuí facilita nossa vida, com unidades na Lapa e na Freguesia do Ó.

As instalações não são sofisticadas - não é lugar para um jantar romântico, por exemplo -, mas os garçons são camaradas e o restaurante poderia muito bem ganhar alguma medalha no quesito Bom & Barato.

A carne do Picuí é assada na brasa e na manteiga de garrafa, o que a deixa muito macia e suculenta. Se você não gosta de carne de sol é porque não provou esta. E não confunda: carne de sol não é carne seca!

Os pratos sempre são fartos e o principal vem acompanhado de arroz, feijão verde, mandioca (frita ou cozida), purê de mandioca, vinagrete, farofa, manteiga de garrafa e batata frita. Também merecem destaque os petiscos que podem ser consumidos de entrada, como o queijo coalho assado e o pão de alho. O pão de alho é cinco estrelas! De sobremesa, há doces caseiros e o digestivo pode ficar por conta das cachaças.

Serviço:

Lapa (o que eu fui!)
Rua Clélia, 1017
São Paulo-SP
Tel.: (11) 3673-4085

Freguesia do Ó
Av. Ministro Petrônio Portela, 412
São Paulo-SP
Tel.: (11) 3932-4357



datilografado por: Paula R. | revisado por 7


Samba no pé

Terça, 11 de Novembro de 2008

Foto: Carnaval 2008 - Desfile Rosas de Ouro

Em pleno Dia das Bruxas, eu e seis amigas resolvemos cair no samba. Nosso destino: a quadra da Sociedade Rosas de Ouro, na Freguesia do Ó, em São Paulo. Tá certo que ‘sambamos um pouco’ (olha a mãozinha) para chegar lá, apesar de ser bem fácil. Duas boas referências: Ponte da Freguesia do Ó e Motel Studio A. Para os perdidos de plantão, como eu, é bom dar uma olhadinha no mapa, aqui! 

Depois de rodarmos por quase meia hora pela região da Barra Funda e Marginal Tietê, chegamos à quadra. Do lado de fora já dava pra ouvir o som forte da bateria. Conseguimos entrar por volta de uma da manhã, após ouvirmos do segurança: “Já fechamos. Ninguém mais entra.” Mas depois de um monte de mulher buzinando no ouvido dele, liberou a nossa entrada. Por isso, é bom chegar cedo.

O ensaio rola as quartas e sextas-feiras e começa às 20h30. Uma amiga minha, frequentadora assídua do Rosas, disse que a coisa começa a ferver por volta das 22h30, 23h e acaba lá pelas duas da manhã (às sextas).

Apesar de tudo, conseguimos pegar o final do ensaio. E digo que é de arrepiar. Todo mundo entrou no samba. Tinha um senhor muito elegante de chapéu e sapato brancos que levantava os braços e cantava muito animado o samba-enredo de 2009 da escola. No camarote, um grupo de argentinos parecia Bonecos de Olinda desfilando.

Eu, como boa aquariana que nasceu 20 dias antes do Carnaval – daí a explicação para todo o samba no pé que tenho -, entrei na roda.

Ensaios 2009 – Sociedade Rosas de Ouro
Todas as quartas e sextas-feiras – a partir das 20:30h
Local: Av. Cel. Euclides Machado nº:1066- Freguesia do Ó
(Ponte da Freguesia do Ó - Marginal Tiete, atrás do Motel Studio A)
Informações: (11) 3931-4555 / www.sociedaderosasdeouro.com.br
Entrada: R$ 10,00 (Estacionamento - R$ 10,00)  
 



pausa para o café preparado por Camila Pratti | 4 pessoas já provaram meu café


Arctic Monkeys at the Apollo

Quinta, 6 de Novembro de 2008

Outro dia estava procurando um filme para ver na Mostra Internacional de Cinema, quando me deparei com uma programação inusitada, uma tal de Mobz Session, no Espaço Unibanco da Augusta. Era uma sessão única do filme “Arctic Monkeys at the Apollo”, do diretor Richard Ayoade, e acabei desistindo da Mostra.

O filme retrata os 77 minutos do último show da banda inglesa no Manchester Apollo (gravado dia 17 de dezembro de 2007), da primeira à última música da turnê de seu segundo disco Favourite worst nightmare.

Com direito a lados B e bis, a apresentação não tinha nenhum efeito especial ou mega-cenários. Sua beleza consistia na escolha das lentes, da luz e da textura escolhidas pela equipe de fotografia, além da captação do som.

É uma sensação diferente assistir um show no cinema. Você fica pertinho da banda, do pessoal dos bastidores, como se estivesse no palco e bastasse esticar as mãos para encostar em alguém. Acho que nunca tinha visto os rostos dos sujeitos com tanta clareza... Aliás, alguém já reparou como o vocalista tem a cara do Peter Parker?

Dá uma vontade de cantar e pular como se estivesse num estádio e é preciso um certo controle para se deter a apenas balançar levemente o joelho ou a cabeça. Confesso que na apresentação de “Do me a favour” não resisti a cantarolar alguns versos baixinhos – a moça sentada do meu lado fazia o mesmo, o que me garantia consentimento.

Imaginei que talvez fosse um pouco assim que a geração dos meus pais se sentia quando o mais perto que chegavam dos Beatles era no cinema. Inclusive toda a produção de “Arctic Monkeys at the Apollo” é meio retrô, começando pelo cartaz.

Para quem curte a banda, vale conferir. Melhor que isso só ao vivo. Ô saudades do TIM Festival!



datilografado por: Paula R. | revisado por 6


Rir é o melhor remédio

Quarta, 5 de Novembro de 2008

Fui, pela primeira vez na vida, ver uma stand-up comedy, gênero que tem ganhado cada vez mais espaço aqui no Brasil.
Nasceu lá nos EUA, e o Seinfeld é um dos mais famosos na área, apesar de Bill Cosby e outros mais velhos também serem muito conceituados.

Minha primeira impressão, ao chegar no teatro do hotel Renaissance às 23h59 de sexta-feira e me deparar com uma muvuca composta por casais cuja média de idade era 22 anos, foi pensar que seria uma bela roubada. E isso foi praticamente comprovado quando ouvi uma primeira piada pedindo para a platéia "apertar a bunda na cadeira se fosse soltar um pum".

Por sorte eu estava errada. Foi uma das coisas mais engraçadas que vi nos últimos tempos!

Eu não vou ficar aqui contando piadas para não estragar a graça do programa, apesar de saber que o repertório varia constantemente, bem como os convidados. O legal das piadas é que sempre mexem com coisas cotidianas sobre as quais a maioria dos seres pensantes têm opiniões semelhantes, o que faz com que todos riam e se identifiquem imediatamente.

O grupo que vi no hotel também se apresenta no Bar Ao Vivo. Veja e depois me conte suas impressões.

Ao Vivo
Rua Inhambu, 229
(11) 5052-0072 / 5531-8398



devaneio de: Sil Curiati | 2! E o cordão dos puxa-saco cada vez aumenta mais!


Medo Público

Quarta, 29 de Outubro de 2008

Certa vez, já faz alguns anos, fui ao cinema assistir a um filme, não me lembro exatamente qual era, mas era com o Harrison Ford. Era da categoria “não tem como terminar e por isso se arrasta até o limite extremo da exaustão”. Quando finalmente acabou, com um fim tão bom quanto se podia esperar - ou seja, ruim demais -, a platéia não se conteve e aplaudiu. De pé. Eu nunca tinha visto aquilo em uma sala de cinema, mas também me levantei e fiz minha reverência ao Deus do Tempo por ter permitido que tal obra acabasse com todos ali em vida.

Na semana passada, pela segunda vez na vida tive vontade de aplaudir um filme de pé no cinema. Infelizmente, pelo mesmo motivo: me deixou feliz porque, enfim, terminava, mesmo que não tivesse um fim. Só não o fiz porque fiquei acanhado diante da mais acanhada ainda salinha no HSBC Belas Artes da Consolação, com poucas pessoas. Mas acho que a maioria teria me acompanhado se eu tivesse puxado a ovação a Chronos.

A única diferença entre as duas oportunidades foi que, na primeira vez, assisti a um filme qualquer, por (in)conveniência. Desta vez, fui atrás de um filme muitíssimo bem cotado pela crítica: Medos Privados em Lugares Públicos.

Quatro estrelas na Folha (cotação máxima), diálogos inteligentes e jogo de cena fantástico (de acordo com a Veja), elogios de todo mundo que entende de cinema, enfim, festejado pela turma do “ui, ui, ui” e há mais de um ano em cartaz.

Mas na verdade não passa de um punhado de relatos ruins sobre pessoas desinteressantes, com diálogos chatos e tentativas sem sucesso de entrelaçamento de histórias. Nada ali se justifica. E como é legítimo representante da categoria “não tem como terminar e por isso se arrasta até o limite extremo da exaustão” termina de forma idiota e ao mesmo tempo aliviante. Me arrependo de ter perdido meu tempo, mas me arrependo mais ainda de não ter aplaudido no final. De pé.



Mentex e Costela | 8 comentários


Macarrão da Conchetta

Terça, 28 de Outubro de 2008

 

Logo na entrada da agradável Trattoria da Conchetta, um senhor simpático oferece uma porção de almôndegas aos clientes que aguardam por uma mesa, ao mesmo tempo em que entrega uma senha a quem chega. E a espera de 15 a 30 minutos, para saborear um farto almoço de domingo, compensa.

Ao adentrar na cantina, todos são convidados a dar uma ou mais badaladas no sino que fica junto à porta. Se você der uma badalada, anuncia que está à procura de um amor. Duas, significa que está em busca de novas oportunidades no mercado de trabalho; três, o pedido de muita saúde para você e sua família e; quatro, a vontade de ganhar bastante dinheiro. Sempre tem os mais desesperados que tocam o sino dez vezes, para que os quatro desejos sejam realizados, simultaneamente.

Apesar de nunca ter ido à Itália, quando vou à Trattoria, tenho a sensação de estar no sul do país, onde as pessoas são espalhafatosas e muito alegres. Mais agradável ainda o ambiente fica quando é servido o rodízio de massas. Tem pra todos os gostos: conchillione recheado com presunto e queijo, ravióli ao sugo, espaguete ao alho e óleo, talharim ao molho branco, lasanha à bolonhesa, nhoque frito, além do saboroso frango a passarinho, da crocante polenta frita e do buffet de saladas.

O som ao vivo fica a cargo de um velho amigo do dono da casa que traz, no repertório, clássicos como Funiculi Funiculá, O Sole Mio e muita tarantela. Além de tudo isso, o preço é bem honesto. Em média, se gasta de R$ 30 a 40 por pessoa, incluindo a bebida. Vou nessa, porque este papo me deu fome.


SERVIÇO

Trattoria da Conchetta
Rua Treze de Maio, 560 – Bixiga – São Paulo/SP 
Tels.: (11) 3288-7869 3285-5768


 



pausa para o café preparado por Camila Pratti | 3 pessoas já provaram meu café


Pecados Maravilhosos

Quarta, 22 de Outubro de 2008

Tem horas que dá gosto ser pecador.

Eu peco, e muitas vezes, deliberadamente e com vontade de    repetir. O pecado da preguiça, por exemplo, de desligar todas as chaves que me conectam com alguma responsabilidade.
O bom da preguiça é ser aquele pecado que assumimos com um sorriso nos lábios, alegando sermos merecedores de seu deleite. Ah, como eu precisava de dois dias de preguiça pura.

E neste caso, não que eu tenha dormido muito, ao contrário. Aliás, acho que pecado não tem sono, faz a gente pilhar mesmo. Pequei acordada, indo pra lá e pra cá sem nada em mente, me estirando no sol dividindo frente e costas em minutos iguais como um frango dourando a pele, tomando mate, cervejinha, comendo peixe e de papo pro ar. Exercitei também a gula, pecado recorrente em período de preguiça. Quase automático.

A causa disso? A cidade mais pecadora do mundo: o Rio de Janeiro. Estive lá, hipnotizada por sua beleza arrogante, orgulhosa. Não intencional, eu sei.
Mas tudo que é brutalmente bonito, sem necessidade de lapidação, de iluminação favorável ou correções de Photoshop é, no meu veredicto, naturalmente arrogante. Por provocar esta sensação de vulnerabilidade na gente. A propósito, a iluminação naquela terra é sempre, sempre favorável. Digna de Oscar.

O mais estranho é que não há quem consiga – ou queira - se proteger contra isso. A gente se entrega de peito aberto. Eu não estava no Rio, eu senti o Rio em mim.
Acomodei-me em seu orgulho de ter como codinome o adjetivo “Maravilhosa”. Bebi porque beleza tem que ser brindada, mil vezes se possível. Não dormi porque me instiga minha ligação com tudo aquilo, porque tantas pessoas queridas abriam meu olho esquerdo quando o direito pedia descanso, para assimilar tudo o que viveu. Faria isso através de algum sonho, provavelmente – o que seria arriscado demais, eu poderia achar que tudo não passou de uma experiência onírica, por fim.

E dentro do pecado, me fiz pecadora. Ao redor do pecado, todos pecam também.
Até entidades sagradas: ou você tem alguma dúvida que São Paulo e o Espírito Santo morram de inveja do Rio?



devaneio de: Sil Curiati | 2! E o cordão dos puxa-saco cada vez aumenta mais!


O bom companheiro

Terça, 21 de Outubro de 2008

Guias de viagem são itens de necessidade básica para quem quer sair por aí conquistando o mundo, sem ter de fazê-lo de excursão ou por pacotes de agências engessados.

A boa publicação deve trazer os roteiros clássicos, mas também os alternativos, a história dos prédios e monumentos, além de programações para todos os bolsos. É importante falar das festas tradicionais, dos principais festivais culturais e, claro, trazer mapas detalhados da cidade, das rodovias, das linhas de metrô...

Pegadinhas na língua local ou algumas frases-chave como "Olá. Tudo bem?", "Muito obrigado" e "Desculpe, mas não falo finlandês" são sempre bem-vindas. Curiosidades locais ou detalhes peculiares do dia-a-dia, como saber que em Praga é preciso pagar meia passagem de metrô para levar bagagem, também podem ajudar.

Na hora de escolher

Dentre os guias mais populares, minha sugestão são os da Lonely Planet. Além de trazerem tudo isso, são práticos, por serem leves e caberem nos bolsos e bolsas - que nem precisam ser muito grandes. A única coisa que pode atrapalhar para algumas pessoas é o fato de encontrarmos os exemplares por aqui apenas em inglês.

Seus maiores concorrentes, os da PubliFolha, também são incríveis, mais bonitos, com fotos excelentes e papel de primeira. Mas, em contrapartida, são mais pesados e não colaboram naquela hora em que você está carregando a câmera numa mão, o sorvete na outra e tem que parar para fazer uma consulta rápida. De qualquer maneira, são ótimas recordações de viagem e merecem muito mais ser comprados do que a maioria dos souvenirs e cartões postais.



datilografado por: Paula R. | revisado por 4


Little Joy

Sexta, 17 de Outubro de 2008

Imagine uma mistura de Los Hermanos com Strokes. Bom, não precisa ficar imaginando muito não, isso já existe e o nome é Little Joy. A bandinha é formada por Fabrizio Moretti, o meio-brasileiro baterista dos Strokes, pelo hermano Rodrigo Amarante e por um músico de Los Angeles chamado Binki Shapiro.

Ouvi as musiquinhas dos caras que estão lá no MySpace. Elas são legais, parecem Los Hermanos em inglês. Tudo sem novidades, mas é gostoso de ouvir. Você pode conferir aqui.

Amarante e Moretti se conheceram num festival em Lisboa, quando suas respectivas bandas tocaram. Os dois "conversaram através da noite até de manhã ao lado do rio", como diz a fofa historinha da banda que está na página deles do MySpace.

A idéia de tocar juntos ficou apenas nos planos durante um ano, até que eles se reencontraram nos EUA e conheceram Shapiro. Os três então foram morar juntos para gravar o primeiro álbum da banda, o homônimo Little Joy.

No MySpace é possível escutar três músicas dos caras. O álbum completo será lançado nas lojas, nos torrents e nos RapidShares do mundo inteiro no começo do mês que vêm.



inventado por: Robinson Melgar | Eba! 2 já me deram atenção


Onde é que fui me meter?

Quinta, 9 de Outubro de 2008

É muito estranho entrevistar um ídolo. O profissionalismo impede vexames do tipo “Adoro você desde criancinha” e “Me dá um autógrafo?”, e com o tempo, também não rola mais gagueira e nem cara vermelha. Mas que é estranho, é.
E 2005, durante o festival Claro que é Rock, lá estava eu pra entrevistar quem quer que fosse. O evento tinha uma lista de atrações grande e variada, e uma delas era o Fantômas, que no fundo, no fundo, tem a fama que tem – se é que tem – por causa do Mike Patton.
Ah, o Mike Patton... Eu tinha uns 12 anos quando o Faith No More estourou, e era mega fã. Até quebrei meu pé pra ver a estréia do clipe de “From Out of Nowhere”.
Eis que, quase 15 anos depois, lá estava eu convencendo o empresário do Fantômas de me deixar gravar uma micro entrevista com Mike Patton. Até que o cara diz: “Agora dá tempo. Vamos correr lá pra área dos camarins!”. Eu pedi pra algum colega de trabalho que passava por ali pra chamar a fotógrafa, e segui o empresário que já estava correndo por aquele lugar enorme, enlameado e cheio de raízes de árvores e cabos elétricos.
A área dos camarins era como uma série de chalés com um quintal em comum, e era lá que estava o Mike com uma mulher mais velha, ruiva, que falava bastante. Eles estavam conversando sobre baladas de Nova York quando o empresário os interrompeu pra dizer que eu queria fazer uma entrevista. O Mike me cumprimentou, disse que tudo bem, mas eu pedi só um minutinho até que a fotógrafa chegasse. Aí vem o momento bizarro: os três me incluíram na rodinha da conversa sobre clubes de Nova York como se eu fosse amiga deles e soubesse tudo sobre as baladas de lá! Foi engraçado. Eu devia estar com uma cara de interrogação, querendo abrir um sorriso de orelha a orelha. “To na rodinha de amigos do Mike Patton!”.
Quando chegou um fotógrafo improvisado - porque a oficial estava clicando um show - eu entrevistei o Mike e ele foi simpaticíssimo. Falou algumas palavras e palavrões em português por conta própria e se mostrou muito pé no chão. Ah, sim, e continua muito bem!
Adorei não ter me decepcionado. Só me arrependo de não ter perguntado o que ele quer do mundo pra reformar o Faith No More.
Fica pra próxima!
 



Fofocado por Lu Curiati | 3 bisbilhoteiros passaram por aqui